À divina

Eu te amo,
quero, desejo e espero
você pra vida inteira…

Componho música, poema, prosa e poesia
e disponho de toda a paciência que for necessária
não tenho sequer presa de encontrar com você.

Espero anos se assim Deus quiser,
milênios, se estiver pronto,
você será minha.

Mas quando o dia chegar
estiver pronta para casar comigo,
viveremos felizes
em uma só alma,
em um só coração,
e em breve viveremos a emoção
de um casal unido pelo destino.

Não posso esperar pra te ter,
amar e namorar, pra transar
e me apaixonar como nunca me apaixonei.

Você será minha menina,
minha sina de vida,
musa de sonhos.

Quero você, só você,
e ninguém além de você,
quero amar, respeitar,
admirar e me declarar na sua presença,
chorar, desesperar, calar, na sua ausência.

3 comentários sobre “À divina

  1. chapelista disse:

    Vc escreve bem, de fato. Isso é, sem dúvidas, um mérito. Mas há considerações a serem feitas:

    Os poetas que foram reconhecidos apenas após a morte, eram execrados em vida por fazer algo diferente. Hoje são louvados por fazer algo diferente. Eu não te vejo ser execrado, nem louvado, nem te vejo fazer algo diferente. Ademais, o contexto histórico é outro, pra vc que gosta de história. Na época deles as pessoas não aceitavam o novo. Hoje em dia existe uma pequena parcela intelectualizada da população que procura o novo, o criativo, o inovador, (arte contemporânea) e todos os outros 90% a execram. Vc, se fizesse algo de extraordinário, seria execrado por esses 90% e louvado pelos 10%. Ao que me parece, vc agrada muito a esses 90% e não chama atenção dos 10%. Sem preconceitos, lógico. Machado de Assis agradou todo mundo, e era ordinário até perceberem todo o pensamento genial por trás de suas obras.

    Então, se vc me convencer de que por trás desses poemas absolutamente ordinários, de pensamentos/mensagens totalmente comuns e simples (simplórios?) e modo de escrever fácil e comum, há uma genialidade machadiana, eu admito meu erro e te comparo a Drummond.

  2. chapelista disse:

    reescrevendo partes que ficaram confusas:

    Machado de Assis agradou todo mundo, e era >considerado< ordinário até perceberem todo o pensamento genial por trás de suas obras.
    (…)
    Se por trás desses poemas absolutamente ordinários, de pensamentos/mensagens simplórias e modo de escrever fácil e comum houver uma genialidade machadiana, eu admito meu erro e te comparo a Drummond.

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