Sinceramente,

Esse poema não é uma indireta para ninguém,
é uma confissão, é para o próprio autor,
é o verso passado a limpo, que precisa ser escrito.

O desejo do conhecimento, do ser subjetivo,
aquela garra de trilhar caminho íntegro,
o esforço do bem sucedido profissional,
está descrito aqui na luta,
na gana, na graça, na garra, na raça, no riso

Não se pode negar a juventude,
o sonho, o objetivo traçado,
agora não cabe arrependimento,
é em um desprendimento de ego,
o poema honesto de quem atravessou os séculos espirituais
em amadurecimento condensado em tão poucos vintes e poucos anos

O emprego do verbo foi construído agarrando as oportunidades
no estalo que a vida deu, de que quem tem que buscar a melhoria sou eu…
a informação que me chega, sem tapa na mesa, aquela certeza rendeu o fruto
da sabedoria, mesmo sob a ira, a inveja, a intriga e a perseguição de impróprios,
mesmo daqueles que me tratam por desleixo, pessoa menor, de segundo plano…

Eis a minha primeira e inequívoca convicção: o sucesso se conquista pondo a mão
no trabalho; oferecendo a mão a quem soma; fechando a mão a quem atrapalha;
e dando tchau a quem ambiciona sem merecimento…
Eis a minha segunda constatação: o empoderamento do dito oprimido
incomoda, inquestionavelmente, pessoas de segunda mão…

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