Analisando o mundo digital parte III – Navegadores: As janelas para o mundo estão quebradas

Um comutador sem acesso à internet é praticamente inútil para usuários domiciliares. Tudo se resume a gama de oportunidades, trabalho, pesquisa e lazer da internet. Bill Gates sabia disso quando tornou mais próximo nosso vinculo com a informática.

Criador do Internet Explorer, navegador mais usado do mundo, Gates está, hoje, com esse produto, em mais de 89% dos lares e empresas pelo globo. A única coisa que ele precisou fazer foi oferecer o browser – navegador em inglês – junto com o Windows, sistema operacional pioneiro na área e que conseguiu forte aceitação no mercado por deixar simples a utilização da máquina (antes era necessário conhecimento avançado para usar esse equipamento, uma vez que ele funcionava a base de comandos complexos e específicos).

Este jogo de vários produtos do mesmo fabricante aproveitando do sucesso de apenas um, sufocou por uma década o mercado da navegação, que só agora vem com alguma competição.

O Internet Explorer ficou parado no tempo aproveitando-se do Windows, por tanto tempo em uma única versão que as rivais perceberam as novas necessidades de seus consumidores e estão, aos poucos, e muito recentemente, inovando e trazendo mais praticidade, agilidade, e o mais importante, maior segurança aos usuários.

São tantas pessoas se conectando pela primeira vez hoje em dia, devido à facilidade de conseguir um computador, que pessoas mal-intencionadas aproveitam disso para causar danos, tanto na máquina da vítima, quanto no bolso dela, invadindo contas correntes de pessoas que usam os sistemas bancários online ou pura e simplesmente pelo prazer de danificar os dados que ela tem.

E é justamente assim que o Internet Explorer perde mercado. A falta de atualizações do navegador “apóia” as invasões, já que a tecnologia de segurança do browser é ultrapassada e as ameaças evoluíram deixando-o vulnerável.

Mas as rivais de Gates investem cada vez mais nessa questão e qual usuário não quer se sentir seguro enquanto navega?

As atualizações constantes e combate rápido às ameaças recentes do mundo digital têm ressuscitado a competição dos navegadores, apesar de ainda terem em seus computadores o navegador da Microsoft, muitos usuários dele já o abandonaram ou usam outro além dele.

Agora que o mundo conhece o poder da informação em tempo real não há razão para ficar nas mãos de uma só empresa. A competição saudável pode trazer, e com certeza trará, aceleração para novos produtos e serviços.

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