Relógio parado

Oito do oito de dois mil e vinte e oito,
futuro próximo em que espero
que o Brasil seja outro.

Desde mil quinhentos e sete
que o país não se mexe,
certo presidente que tomou posse
em dois mil e dois teve duas chances
e nada modificou.

Sete do sete de dois mil e sete,
ano da revolução economia,
mas só se comeu com muita prece.

Uma grande piada, isso sim,
mandatos de roubo e de
negação decorrentes
da falta de caráter,
que não é de hoje, existente.

Mas o principal culpado é você eleitor demente,
coloca voto na urna, não cobra, e quando ele rouba,
se acha no direito de pedir contas.
Por que não deixa de ser anta e controla
os passos dele antes de pegar sua grana?

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